Empreendedorismo materno: Loja Aluada

 

Já tem um tempinho que eu gostaria de disponibilizar um espaço aqui no blog para mulheres empreendedoras, principalmente as que são mamães.
Acredito que muitas histórias possam ser inspiradoras, principalmente pelo fato de não ser nada fácil empreender no Brasil, ainda mais sendo mulher e mãe.

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A maternidade ensina

Se tem uma coisa que a maternidade enraizou em mim é que tudo é passageiro e o tempo passa como num piscar de olhos.
Percebi que a vida é feita de momentos e fases. Nem tudo que é extremamente difícil hoje, continua sendo amanhã.
De repente aquela situação de exaustão acabou e você está ali se deleitando com algum aprendizado do seu bebê.

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Amor que nutre

Foto: Diego Castelo
Foto: Diego Castelo

Amamentar é um ato de amor e perseverança. Requer tempo, dedicação e disposição. A amamentação reduz a mortalidade, intensifica as relações sociais, traz segurança alimentar e nutricional. O leite materno é gratuito, está na medida e pronto para o consumo em qualquer hora e lugar. Mas amamentar é difícil, no início dói, pode machucar e até fazer a mamãe adoecer.

Infelizmente, as gestantes, na maioria das vezes, não se preparam para o pós-parto e para a amamentação. E a falta de informação e apoio, a queda hormonal, o desgaste das noites mal dormidas somados à falta de profissionais que ajudem e incentivem o aleitamento materno, podem fazer a mamãe desistir de amamentar e partir para o leite artificial.

Eu não tive inflamações, meu leite não empedrou, tive um pós-parto extremamente tranquilo e minha filha é muito boazinha, mas mesmo assim o primeiro mês de amamentação foi muito difícil. Eu amamentava muitas vezes chorando de dor.

Três pontos foram fundamentais para eu não desistir: orientação, informação e rede de apoio.

Estar bem informada, me ajudou a permanecer, independente da dor que sentia, amamentando a Elis convicta e segura de que o leite materno é o melhor alimento que ela poderia receber. Uma fonte confiável com muitas informações para consultar sobre o assunto é o Grupo Virtual de Amamentação.

A rede de apoio é importante no sentido da empatia e nos relatos de quem já sentiu e passou pelo mesmo que você. No entanto, é essencial ter cautela, principalmente quanto às indicações de medicamentos. Eu participo de dois grupos de mães, um pelo Facebook com milhares de mães que não conheço e outro de amigas e conhecidas, pelo whatsapp. E esses grupos já me ajudaram em diversas situações relacionadas à maternidade.

Há 20 meses, eu amamento minha filha em livre demanda. É o nosso momento e é maravilhoso perceber ela crescendo tão saudável. Ver o sorriso e o rostinho satisfeito após cada mamada faz toda a dor que senti ter valido à pena.

Amamente e seja uma pessoa incentivadora da amamentação.

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Reflexão e leveza

              Foto: Paula Soares

Esses dias têm sido muito corridos e intensos. Às vezes me dá a sensação de não estar conseguindo fazer tudo o que é necessário. Sempre fica algo sem fazer. Não consigo dar toda atenção que a Elis e o Marcelo merecem, não consigo deixar a casa impecável, não consigo escrever com mais frequência para blog, não consigo nem mesmo dar o descanso que o meu corpo e minha mente precisam. Sempre fica alguma pendência.
Faz aqui, arruma ali…
Por um momento, eu queria apenas estar com meus pés descalços na areia, com os meus olhos fechados, apenas ouvindo o barulhinho das ondas quebrando à beira-mar, sentido a maresia e a brisa suave que enaltecem todo o meu ser.
Percebo que é tempo de refletir e ponderar sobre tudo que está pesado, para que eu possa ter leveza em tudo o quanto é necessário.

Peço a Deus sabedoria na administração do tempo

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Eu nasci para ser mãe

Numa noite de insônia fiquei meditando em qual seria o assunto do primeiro texto do blog e tudo o que vinha na minha mente era: eu nasci para ser mãe.

Não quero pintar a maternidade de cor de rosa e fantasiar esse universo de mil maravilhas. Mas desde que a minha filha nasceu, eu mudei, eu me completei e eu transbordei em amor.

Mudanças no físico, na mente, na alma, na percepção, na rotina e na casa.

Um mundo novo, completamente diferente da vida que levava antes.

O nascimento de um filho, torna a família completa de uma forma que só quem é pai (e mãe) pode entender.

Quando a Elis nasceu, eu descobri que o amor tem variáveis profundas. Conheci um jeito de amar incondicional e independente das circunstâncias. E esse amor abundante, cresce a cada dia de um jeito inexplicável.

Um amor que nos move, que nos faz encontrar forças para superar qualquer cansaço físico ou adversidade.

Hoje, eu sinto plenamente que eu nasci para ser mãe.

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